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segunda-feira, setembro 04, 2006 

Somos uma Nação independente!

Adivinhava-se há muito que havia descontentamento. Mas, confiantes que, depois de tantos anos de sofrimento, o povo iria manter-se passivo por não pretender mais violência e sofrimento, pouco ou nada se fez; ao invés, foi-se deixando passar o tempo interpretando erradamente o ditado que diz que o tempo é o melhor remédio…
E depois foi o que se viu. A violência instalou-se no país. Se alguém o desejava, conseguiu facilmente que demonstrássemos as nossas fraquezas. Sozinhos, não conseguimos nem deter a violência nem resolver os problemas; os três órgãos de soberania timorense – Presidente da República, Parlamento e Governo - viram-se obrigados a pedir a intervenção de países amigos antes que a situação se tornasse totalmente descontrolada.
Vieram, pois, destacados numa força de paz internacional de 3.200 soldados enviados pela Austrália, Malásia, Nova Zelândia e Portugal para restabelecer a ordem e a estabilidade no país, objectivo ainda não alcançado.
Na semana passada, Alfredo Reinado e outros 56 reclusos saíram pela porta principal da cadeia de Becora.
E, de repente, percebeu-se: afinal, os timorenses ainda eram considerados capazes de guardar qualquer coisa! Mais, coube-lhes a guarda de Reinado!
É que, se para o Primeiro-Ministro Ramos Horta a segurança estava a cargo desde o dia 25 de Agosto das forças internacionais e da polícia das Nações Unidas, já para o MNE australiano, Alexander Downer, o acordo estipulava que os timorenses seriam os responsáveis pela segurança da prisão e a força internacional forneceria algum patrulhamento na vizinhança.
O mesmo dizia o comandante neo-zelandês ao
esclarecer que a segurança das prisões “é uma responsabilidade apenas do Ministério da Justiça de Timor-Leste”. O perigo vinha de fora, podia haver um ataque do exterior! Por isso, os neozelandeses fizeram-se diligentes guardadores das áreas limítrofes da cadeia de Becora durante um período apenas antes daquela tarde em que os 57 reclusos saíram em passeio pela porta principal, os quando os guardas timorenses se ocupavam dos jardins.
Ocupado com outras coisas, completamente a leste e confiante nos internacionais estava o ministro da Justiça, Domingos Sarmento, a quem os neozelandeses não informaram do abandono do local! Esquecimento, ignorância ou desrespeito? Quase se fica com a impressão de que eram os neozelandeses que mandavam …
Diz Alexander Downer que "os timorenses têm que aprender a resolver os seus problemas e não continuar à espera de que a comunidade internacional faça tudo por eles".
Acrescenta Downer que "os timorenses agora são uma nação independente e têm de ser responsáveis pelos seus assuntos internos",e que "a Austrália ou a Nova Zelândia, Portugal, a Malásia ou o secretário-geral da ONU não podem ser responsabilizados pelos problemas do Timor-Leste".
Já sabemos que temos problemas, que fomos nós que os arranjámos e que devemos resolvê-los; mas por que hão-de os nossos vizinhos australianos, que entraram aparentemente cheios de vontade de nos ajudar ao mesmo que se mostravam donos e senhores das forças internacionais, mostrar-se tão agastados quando são responsabilizados por falhas que também cometem?
Convém recordar que os australianos acompanharam o major Reinado na Pousada de Maubisse, escoltaram-no até Díli sem nunca se terem dado conta de que havia armas pelo meio; mas foi pela posse ilegal de armas que o detiveram numa das casas ocupadas a que também montavam guarda… Levaram-no para Becora e, depois, afastaram-se…Há aqui qualquer coisa que me escapa…
Mas, já que Downer não se escusa de focar a “ enorme generosidade” australiana para com os timorenses a quem continuarão a “fornecer apoio”, os timorenses – mais do que apreciar - precisavam de saber que preço vão pagar por tanta generosidade. Para começar, talvez fosse interessante saber com que linhas se coseram os acordos entre Timor-Leste e a Austrália.
Finalmente, é indispensável que, de uma vez por todas, consigamos resolver os nossos problemas, sem contar constantemente com os outros. Para podermos viver em paz. Para não termos de passar pela vergonha de nos mantermos calados perante as aleivosias de um governante estrangeiro de um país poderoso que, escudado no pedido de ajuda de um país reconhecidamente fraco, diz arrogantemente o que lhe apetece, passando-nos autênticos atestados de incompetência!
Com a continuação dos conflitos, cada dia que passa representa o aumento da nossa dependência em relação ao exterior. Até que um dia nem sequer em palavra silenciada restará a nação independente de Timor-Leste. Downer sabe-o bem! Nós é que teimamos em andar distraídos…

Enquanto a Austrália e os Estados Unidos se movimentam na defesa dos seus interesses manipulando as "figuras" do palco timorense e o Presidente da República cuida do seu jardim como se nada estivesse a acontecer no país os timorenses continuam sózinhos, à margem do palco politico, a lutar pela sua cada vez mais dificil sobrevivência.

Um dia Portugal vestiu-se de branco por Timor-Leste.

Talvez fosse a hora de Portugal se vestir de preto em solidariedade com um povo martirizado pelos seus próprios dirigentes.

Tenho todo o respeito pela opinião do Sr. Manuel Metelo, mas considero de muito boa qualidade as crónicas do dia a dia timorenses
que Angêla Carrascalão nos envia diariamente de Timor e cuja leitura já faz parte dos meus hábitos diários (eu que me pelava por lá estar agora). Toda a gente é livre de apoiar ou criticar escrevendo num blog ! Como o próprio Manuel... A Ângela limita-se a ser o motor. Como diz o ditado "quem mais faz é quem menos merece". Força Ângela. Obrigado Público.
Augusto Lança

The President's Man
Wednesday 6 September 2006
John Martinkus

What appear to be written orders from East Timor’s President Xanana Gusmão to rebel former soldier Alfredo Reinado confirm the close relationship the now escaped criminal — who is wanted for murder and weapons offences — had with the President.

The hand-written note, seen by New Matilda and available here (in Portuguese), on the letterhead of the President and signed by him, sets the tone of the relationship between the two.

‘Major Alfredo, Good Morning!’ It begins. ‘We have already combined with the Australian forces and you have to station yourselves in Aileu,’ writes the President, referring to the inland hill town an hour south of Dili where Alfredo did go with his rebel soldiers.

The letter continues ‘I am also going to write to Lieutenant [Gastão] Salsinha [the leader of the dismissed East Timorese soldiers who, unlike Reinado’s men, left their barracks without their weapons] to implement this order. Abraços a todos [Embraces to all], Xanana’.

Gusmão’s office could not be contacted for comment on the document.

The letter is dated 29 May this year — only three days after the first Australian forces had landed in Dili and seven days after Reinado had led his men in an attack against the East Timorese national army, the F-FDTL, in the hills to the east of the capital.

The letter confirms the close relationship between the President and the breakaway officer at the time — a relationship Reinado himself has never tried to hide. When David O’Shea from SBS TV’s Dateline program interviewed him in Dili just days before he was arrested on 26 July, Reinado said:

Until 22 May I [was] still bound to my General, Taur Matan Ruak [F-FDTL Commander]. After I [was] attacked and I am defending myself I think I should only follow orders from my Supreme Commander, the President. Until today, anywhere I go, I always notice him and I always take order from him. Whatever I am going to do, whatever order is being [given], as long as it is clarified and justified, I’ll do it.

Reinado also revealed that he had been in close contact with the President from 14 May, before the violence started. The exchange was as follows:

‘On 14 May on the Sunday I heard that you met with the President,’ says O’Shea.

‘Yes’ replies Reinado.

‘What did you discus then?’

‘I’m going to tell him why I left Dili. Because as the Supreme Commander he has to call me to ask me that. Why I left Dili on 3 May. I am going there to explain why I left Dili,’ says Reinado, referring to the day he left the army barracks in Dili with 20 of his men and two ute-loads of weapons and ammunition.

‘And [Gusmão ] accepted your explanation?’ asks O’Shea. ‘Of course,’ replies Reinado.

When I interviewed Reinado on 11 June he was still in the hill town of Maubisse. He was there with his heavily armed men and eight Australian SAS guards. He said the guards were there for his security, but Head of the Australian forces, Brigadier Mick Slater, said the detachment was there to monitor him.

Reinado was his usual arrogant self — loudly proclaiming that he was fighting for the justice of his people and referring to so-called ‘atrocities’ by the F-FDTL, which he greatly exaggerated.

When pressed on his plans to disarm, he grinned and told me to talk to the President about that.

He proclaimed he was not a rebel and that he was still a member of the army and had a right to carry weapons as he was still under the orders of the Supreme Commander of the armed forces, the President Xanana Gusmão.

The circumstances of Reinado’s arrest also require examination. I was in Dili that day, 26 July, and the incident started in the late morning. Reinado claimed that he had been offered the use of a house by the President himself. The house was situated directly across the road from the main gate of the Australian military base at Dili’s heliport in the suburb of Bairo Pite. As he was moving in, the Portuguese police (GNR), acted on a tip they had received, and came and searched the house. They found nine handguns, thousands of rounds of ammunition and grenades.

The day before had been the well publicised deadline for the handing in of weapons, and Reinado and his men were clearly in violation of that. The GNR wanted to arrest him. The Australian Federal Police were soon at the scene as well as several Australian armoured personnel carriers. It was a stand-off that lasted all day with the local and Portuguese press outside, and Reinado occasionally sauntering on to the verandah and issuing statements such as ‘I am a free man in a free country,’ much to the amusement of reporters.

(Meanwhile, at the President’s office across town, a series of meetings were being held between officials and military and police representatives. No press access was allowed.)

Finally, after dark, the press were told to leave, the Portuguese police loaded the weapons in a vehicle and the Australian army moved across the road and cordoned off the house. I waited in the dark and filmed as the Australians led Reinado’s men out, one by one, bound in plastic cuffs, and photographed them before marching them across the road to their base.

However, the Australians must have led Reinado out the back, as he was not with his men.

The sequence of the day’s events and the way the Australians actively tried to play down the event, gave me the impression that they had only reluctantly arrested Reinado and his men, and that they had been forced to by the GNR’s discovery of the weapons.

The crisis meetings at the President’s office also suggested Gusmão’s close involvement in the case.

The fact that Reinado was not arrested earlier raised many questions among observers in Dili.

Why, people were asking, was this man who was filmed shooting at the army, and even declaring on film that he had ‘got one,’ still remaining free? As one member of the UN investigation team said, ‘this guy has some serious political top cover.’

The links between Reinado and the President are even more relevant now, following his ‘escape’ from Dili’s Becora prison last week, when he and 56 others simply walked out the door. He has since recorded a half-hour interview with local Timorese television. Those who watched it placed the interview as having taken place at Daralau, in the hills above Dili. Incidentally, the President’s house is also in the hills above Dili.

It is inconceivable that the Australian military and Federal Police cannot place the backdrop to the interview — as so many people in Dili have — and locate and arrest Reinado.

But perhaps that is not a high priority. Perhaps they are taking the position of the President’s Australian-born wife, Kirsty Sword Gusmao, who told ABC Radio this week that Reinado ‘has been portrayed somewhat incorrectly in the Australian media as being a renegade, a rebel.’ She added that ‘when he defected from the military police, it was a protest action against what he saw as terrible violations committed by our armed forces.’

There is still little evidence that the armed forces committed violations. Claims of massacres and mass graves have never been backed up with facts, and appear to be politically motivated allegations designed to discredit the F-FDTL.

One of the most prominent opposition figures to repeatedly accuse the F-FDTL of massacres is Fernando De Araujo from the Democratic Party. When I interviewed him for Dateline in August he told me that, even though former Prime Minister Marí Alkatiri had resigned, the ‘plan’ had failed: ‘My plan was to have a transitional government that the President controls and in six months have a general election,’ he said.


It is similar to what Alfredo Reinado is now calling for, and from what one can divine from the supporters of East Timor’s now famously silent President, it is what he is positioning himself for as well.


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About the author

John Martinkus covered the conflict in East Timor from 1995 until 2000. He was resident correspondent in Dili for Associated Press and Australian Associated Press, from 1998 until 2000. He is author of A Dirty Little War (Random House, 2001), about the country’s violent passage to independence. He recently co-produced the report East Timor: Downfall of a Prime Minister for SBS TV’s Dateline, which aired on 30 August.

Visite este blogspot,apesar de escrever em Tetum,mas valeo apena para contrabalançar as opiniões dominante neste blogo do Público.
http://forum-haksesuk.blogspot.com/2006/09/harii-sistema-judicial-nebe.html

Baraço,
Viva democracia e Viva Timor Leste!

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Harii Sistema Judicial Nebe Independente
Kilat iha Eis-PM Mari Alkatiri nia Uman*


Lian bot nebe maka Rai Timor LoroSae (Leste) hasoru maka oinsa maka Harii Sistema Judicial Nebe Independente (SJI). Waihira SJI hafoin bele fo garantia ba desenvolvimento ekonomika,politika i socio-kultural. Se SJI halis ba interesse grupos ekonomika i partiadarios nebe sai hanesan karta convite ba aumenta tan maka:Violência,exclusaun social no hamate progresso no desenvolvimentu ekonomika,politika,social i kultural. Violência nebe akontece iha Timor LoroSae (Leste) no hadait ona ba Distrito sira seluk hanesan Baucau ne hatudu katak atuasaun SJI nian ladun hatudu sira nia «Imparcialidade». Faktus nebe maka akontece iha Timor LoroSae hodi ita deskonfia konaba SJI, liliu independencia no kompetencia Ministeriu Publiku (MP) no Tribunal ninia serbisu. Hahu husi Tribunal Rekursus (TR) ninia parecer favoravel konaba II Kongreso Fretilin ne «Legitimo no Legal»,mandatu ba kaer Major Alfredo Reinado ho ninia elementus sira ho argumentus katak data ka loron nebe maka estabelece atu entrega kilat limite to´o loron (25/07),ikus mai Forças Australiano sira ba hetan fali kilat iha Eis-PM Mari Alkatiri nia uman iha fulan Agosto laran (STL i Lusa,01/08). Parcialidade Tribunal no MP ninia serbisu maka aumenta tan violência iha Dili no hadait ba to´o distrito sira ona. Konsekuencia saida tan maka Timor LoroSae hasoru waihira autores moral i material ba krise Politika Militar ne «Ilibido» katak sira la hetan sala tamba nebe maka envolve iha massakres no akontecimentus sira hanesan: Massakre Loron 28/04 no 25/05,Sunu mate emar moris iha uma laran,Harii EMA no Fahe kilat ba emar civil sira.Tuir akordo nebe maka Governo RDTL ho Australia halo maka oinsa maka estabelece data ka loron ba desarma no prende kilat iha Civil nia liman. Materializasaun husi akordo ne maka GNR ho Força Australia nian ba prende kilat no kaer Major Alfredo ho ninia elementus sira iha Loron 25/07 (Lusa,25/07). Liu fulan ida,Team Advogados Major Alfredo nian,halo deklarasaun katak “Detensaun Alfredo Reinado nian ne Ilegal (Lusa,20/08). No iha loron 30 fulan Agosto,Major Alfredo Reinado halai sai husi Kadeia Becora (Lusa,RDP i RTP,30/08). Liu loron ida Major Alfredo halo deklarasaun liu husi Video nebe âgencia Reuter iha acesso,deklara katak “la fiar konaba Tribunal Timor LoroSae, dehan tan katak pronto ba julga iha Tribunal Independente (Reuter,31/08). Iha ne kestiona maka akordo husi Governo RDTL ho Australia atu prende no kaer sira nebe maka iha Kilat,data ka loron limite maka 25/07,maibe lian bot maka ne Força Australiano sira foin hetan fali Kilat iha Eis-PM Mari Alkatiri nia uman iha fulan Agosto laran nebe liu tiha ona data ka loron nebe maka limite ba prende no kaer emar sira nebe maka iha kilat. Ita mos husu tansa maka team Advogados Major Alfredo Reinado nian akusa GNR prende Majors Alfredo Reinado ne ilegal. Base ba prende no kaer Major Alfredo Reinado ne maka akordo bilateral Governos RDTL ho Australia nian. Akordo bilateral ne konsidere hanesan akordo politiku tamba la iha «base legal», tamba akordo no tratado bilateral ruma waihira sai hanesan base legal kuando orgaun soberania sira hanesan Parlamento Nasional (PN) ratifika no Prezidente Republika (PR) promulga,hafoin bele aplika iha sistema judicial interna. Maibe autoridades sira bele argumenta katak Detensaun ne hodi estabelece ba ordem publika,maibe duvida maka ne,nusa maka Autoridades sira aplika «dois pesos e duas medidas» konaba prende kilat,data ka loron limite tuir akordos bilateral ne maka 25/07,neduni kaer Major Alfredo no prende kilat no kartus nebe hetan iha uma Major Alfredo nia uman ne. Maibe la komprende tansaida maka Autoridades sira la halo mos hanesan konaba Kilat nebe maka hetan Eis-PM Mari Alkatiri nia uman?Nusa maka foin foti kilat fulan Agosto laran no la prende eis-PM Mari Alkatiri?
Fila fali ba kaer Major Alfredo Reinado no elementus sira,waihira GNR ba kaer tamba hetan denuncia husi uma nebe maka Major Alfredo sira hela ba ne,ida ema Português ida nian. Ho akontecimentu ba Major Alfredo Reinado nian ne mosu tese oi-oin hanesan:
Ida (1); Detensaun Major Alfredo Reinado ne hanesan estrategia kontra ataka husi Eis-PM Mari Alkatiri kontra Xanana.
Rua (2);Iha tese seluk katak,detensaun ne hanesan koligasaun husi Servisu Secreto Portugal (SSP) ho grupos Mari Alkatiri (GMA) oinsa maka buka elimina grupos Majores (Reinado,Tara i Marcos),F-FDTL Petisaun sira,oposisaun politika sira no kritikus sira.
Tolu (3); tese ida tan katak Detensaun Major Alfredo ne hanesan estrategia husi Governo RDTL ho Australia nian konaba ba detensaun ba autores sira moral i material konaba massakres loron 28/04 i 25/05,EMA no fahe kilat ba emar civil,no sst. Kaer Major Alfredo hanesan loke odamatan ba kaer sira seluk,hare deit liu loron ida,Ministerio Publiku (MP) informa atu bolu Brigadeiro Taur Matan Ruak ba hatou ninia depoimentu konaba “Massakre iha loron 25/05 nebe provoka mate PNTL nain 10 no kanek nain 30(Lusa,26/07)”. Se kaer deit sira nebe maka responsavel iha akontecimentus hanesan:loron 28/04,25/05,sunu ema mate moris iha uma laran,fahe kilat no harii EMA, imagen saida maka Republika Timor LoroSae hatudu ba liur (mundo) no ba rai laran (Timor). Maibe liu fulan ida kaer Major Alfredo Reinado maibe Justisa no MP ladun hatudu sira nia kompetencia no imparcialidade,iha maka tendencia ba manipulasaun Sistema Judicial, Governo suspende deit funsaun ba Responsavel PNTL nian hanesan Paulo Martins,Ismael Babo no Lino Saldanha,maibe la hatene medidas sira maka PM no Ministro da Defesa foti konaba hirarquia F-FDTL nian nebe envolve iha krise Politika Militar ne.
Neduni iha biban badak oinsa maka maka Harii Sistema Justisa nebe Indepdendente!

*(1)Iha Akordo bilatera husi Governos RDTL ho Australia,hodi estabele data limite ba prende kilat no kaer autores sira maka loron 25/07,maibe tuir STL fo tatolin katak Força Australiano sira foin hasae kilat iha Eis-PM Mari Alkatiri nia uman iha fulan Agosto laran (STL i Lusa,01/08).
(2)Iha hakerek ne,sempre uja Majores Alfredo Reinado,Alves Tara no Marcos Tilman,tamba saida maka la hakerek sira Eis-Majores,tamba:seidauk iha ordem ida hodi hasae sira husi F-FDTL,nem tribunal civil ka militares ruma hola decisaun konaba ida ne.Neduni sei hakerek nafatin «Major»

Timor-Leste: Mari Alkatiri desmente apreensão de armas
em sua casa

Díli, 01 Set (Lusa) - O ex-primeiro-ministro timorense
Mari Alkatiri de smentiu hoje, em declarações à
agência Lusa, terem sido encontradas 13 armas em sua
casa, tal como é referido no diário timorense Suara
Timor Lorosae.

O jornal timorense noticia na sua edição de hoje que
as forças australi anas apreenderam recentemente em
casa de Mari Alkatiri 13 armas de fogo.

Contactado pela Lusa em Díli, explicou que em "finais
de Maio, início d e Junho", aquando da chegada do
primeiro contingente australiano a Timor-Leste, as
armas que tinha em casa pertencentes à sua segurança
pessoal "foram todas inv entariadas".

Alkatiri referiu que depois de ter deixado a chefia do
Governo, manteve uma "segurança pessoal mista composta
por agentes australianos e timorenses, qu e estavam
todos armados".

"Houve uma altura em que a segurança australiana disse
que não queria o s agentes timorenses armados e eles
guardaram as armas nos aposentos onde ficam, mas eu
liguei ao ministro do Interior para virem verificar e
exigi que fossem l evadas de minha casa", acrescentou.

Segundo Mari Alkatiri, "nunca levaram as armas" apesar
de ter insistido nesse sentido junto do Ministério do
Interior, pelo que pediu aos agentes austr alianos que
o fizessem.

"Eu telefonei várias vezes ao ministro e ao
vice-ministro do Interior p ara virem buscar as armas
e como não o fizeram eu pedi aos australianos para as
levarem", referiu.

"Em relação a mim, não vão encontrar nada", concluiu
Alkatiri, que se d emitiu da chefia do Governo em
Junho, na sequência de acusações de que teria ord
enado o armamento de grupos civis para eliminar os
seus adversários políticos, a legação que o levou a
ser ouvido pelo Ministério Público.

Contactado pela Lusa, o ministro do Interior, Alcino
Baris, confirmou q ue no início de Agosto, a equipa de
desarmamento composta por elementos da Austr ália
"retirou de casa de Mari Alkatiri 10 armas, entre as
quais cinco pistolas", tendo deixado aos seguranças do
antigo primeiro-ministro "um total de sete pist olas".

"Eu não tenho o relatório completo da actividade da
comissão de desarma mento, mas tenho esta informação
do oficial de ligação da Polícia Nacional de Ti
mor-Leste, Jorge Monteiro, que integra a comissão e me
explicou que depois de fe ita a inventariação das
armas existentes em casa do antigo primeiro-ministro,
a equipa de desarmamento retirou, no início de Agosto,
dez armas que pertenciam ao s agentes da segurança
pessoal", disse.

Alcino Baris acrescentou que a "inventariação das
armas existentes em c asa de Mari Alkatiri foi feita a
pedido do antigo primeiro-ministro".

JCS.

Lusa/Fim

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